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    Home office veio para ficar, aponta pesquisa com executivos

    Com a crise sanitária provocada pelo novo coronavírus, e a consequente orientação para o distanciamento social, trabalhar em casa, no famoso home office, passou a ser uma realidade para milhões de trabalhadores brasileiros, dos mais diversos setores. O que surpreende, a partir de agora, é que esta modalidade deverá continuar, mesmo após a pandemia.

    Ao menos é o que mostra pesquisa realizada pela Robert Half com 353 executivos brasileiros, a maioria deles (90%) envolvido diretamente com setor de recrutamento de suas empresas. Para 89% dos entrevistados, os colaboradores deverão trabalhar com mais frequência de suas casas. O levantamento foi realizado entre 13 de maio e 3 de junho.

    “Para o funcionário há o ganho de qualidade de vida, uma vez que não se perde tempo em trânsito. Em uma cidade como São Paulo esse tempo é imenso, em torno de três horas diárias. Muitas vezes até a alimentação é melhor. Já para a empresa existem reduções interessantes, como do Vale Transporte, sem contar que terá um funcionário ‘descansado’ para o trabalho”, acredita o coordenador do curso de Gestão de Recursos Humanos da Universidade Santo Amaro – Unisa, professor mestre Carlos Eduardo Munhoz. “Desde que bem administrado e respeitado os limites da legislação e bom senso, esse modelo é muito positivo”.

    Ainda de acordo com a pesquisa, grande parte dos executivos (62% dos entrevistados) percebeu um aumento na produtividade dos seus colaboradores com o trabalho remoto. Para o professor da Unisa, a disciplina do trabalhador é o ponto mais importante para entregar aquilo que se espera, uma vez que o trabalho home office permite distrações com os afazeres de casa, o que pode atrapalhar o colaborador.

    “Quando os recursos da empresa ou a própria atividade do funcionário não requer uma fiscalização maior, o ponto principal é a disciplina. Se não há um controle do horário em que ele deve trabalhar, o mesmo pode executar suas atividades à noite, utilizando o horário comercial para atividades particulares. Isso pode comprometer sua rotina. O foco do home office é a produtividade e não a quantidade de horas à disposição”, afirma o especialista.

    E você, o que pensa sobre a extensão do home office? A Unisa quer te ouvir. Clique aqui e responda à pesquisa.

    Universidade Santo Amaro: 28/07/2020 10:37
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