
Desde seu ingresso na Unisa, a trajetória de Giovanna Alves tem sido marcada por diversas oportunidades de aprendizado prático e desenvolvimento humano. Como estudante de Fisioterapia, ela integrou projetos de extensão como a Liga de Estudos de Fisioterapia Neurológica, o Projeto Humaniza Unisa, além de ações na Maternidade Interlagos e no ACM Uirapuru — experiências que a aproximaram da comunidade e permitiram enxergar o impacto real dos conhecimentos adquiridos em sala de aula.
Dedicada e curiosa, Giovanna escolheu a Unisa por sua excelência reconhecida na área da saúde e encontrou na Universidade um ambiente acolhedor e desafiador ao mesmo tempo, o que a estimulou a crescer não apenas como profissional, mas também como pessoa.
“Sinto orgulho e motivação na Unisa. Cada projeto me fez perceber o quanto o conhecimento pode transformar vidas e o quanto a humanização é essencial no cuidado em saúde”, conta.
Ao longo de sua formação, a futura fisioterapeuta também participou de campanhas que ampliaram sua vivência acadêmica, como ações sobre cigarro eletrônico e Educação em Neurociência da Dor. Outro ponto marcante em sua trajetória foi a participação no projeto Hola Mundo – Colômbia, experiência que reforçou a importância da troca internacional em sua formação.
Movida pela vontade de ajudar pessoas e gerar impacto positivo em suas vidas, seja por meio da educação em saúde ou da reabilitação, Giovanna tem como objetivo construir uma carreira sólida e significativa, unindo conhecimento técnico, humanização e responsabilidade social.
“Saber que meu esforço pode melhorar a qualidade de vida de alguém é o que me inspira diariamente. Quero ser reconhecida não apenas pela competência, mas também pelo cuidado e dedicação ao próximo”, afirma.
Com apenas 22 anos, ela já carrega valores como a escuta ativa, a compreensão de diferentes realidades e a colaboração com os colegas. No ambiente acadêmico, Giovanna se destaca pela empatia e pela capacidade de trabalhar em equipe.
Um dos momentos mais marcantes de sua formação em Fisioterapia foi ao participar do cuidado de pacientes cadeirantes, acamados e gestantes. Essas situações evidenciaram, na prática, a importância do olhar humano no processo de cuidado.
“Esses momentos mostraram, na prática, o valor da fisioterapia para além da técnica: a importância do acolhimento e da presença humana no processo de cuidado”, conclui.



